quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sexta-feira da 3ª Semana do Tempo Comum (Ano Par): “O reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece” (Mc 4,26-34).

Novamente a boa nova de Deus para a nossa vida nos chega através de parábolas. Com a parábola da semente lançada à terra e ainda com a parábola do grão de mostarda a mensagem se torna segura, acessível e bem mais compreensível. NÃO ADIANTA FALAR BONITO SE NÃO SE ALCANÇA O CORAÇÃO DAQUELES QUE ESCUTAM O QUE SE FALA. A clareza no falar só é possível por meio do diálogo e da paciência. São estes elementos que Jesus aplica em suas palavras e muito mais com as parábolas de hoje. DEUS ESPERA QUE NÓS POSSAMOS APRENDER COM A SEMENTE QUE DESAPARECE NA TERRA. Tal semente some para aparecer novamente de uma forma ainda mais firme e eficaz. Este exemplo se assemelha ao da lagarta que leva um ano dentro do casulo, a fim de se transformar numa linda borboleta. O mundo de hoje necessita fazer esta experiência. PRECISAMOS APRENDER A ESPERAR O TEMPO CERTO DAS COISAS. A semente espera na terra e o lagarto no casulo. Ao atropelarmos o tempo certo das coisas, continuaremos a vida simplesmente como um grão de mostarda. Mas DEUS DESEJA QUE AS METAMORFOSES DESTA VIDA NOS SIRVAM COMO UM GRANDE E PROFUNDO APRENDIZADO PARA NOS TRANSFORMARMOS SEM DEIXARMOS DE SERMOS QUEM SOMOS. Queimar etapas só nos traz danos. Agirmos com prepotência nos fará experimentar grandes males e prejuízos à nossa vida. O FRUTO SÓ PASSA A SER FRUTO PORQUE UM DIA A SEMENTE CONFIOU O SEU FUTURO À TERRA. Não sejamos prepotentes nem muito menos apressados. Aprendamos com o prejuízo assumido por Davi (1ª leitura – 2Sm 11,1-10.13-17). Porque era rei, achava que podia fazer tudo. Foi uma semente que não esperou pela terra. Um lagarto que não quis saber do casulo. DEUS NOS FEZ SEMENTES PARA ALCANÇARMOS A TERRA. SEMENTE POR ELA MESMA, SIMPLESMENTE APODRECE E MORRE. Demos conta da semente que somos nós. Pequenos sim! Insignificantes, jamais! É Deus quem nos revela estas coisas!

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