Mais uma vez a
caminhada Quaresmal nos provoca a viver uma realidade muito forte que nos faz
agir com os nossos semelhantes, da mesma forma que Deus age com cada um de nós.
A NOSSA ORAÇÃO QUARESMAL, O NOSSO JEJUM E A NOSSA CARIDADE SÓ TERÃO SENTIDO SE
SOUBERMOS AGIR MOVIDOS PELO DOM DO PERDÃO. A partir de uma parábola, Jesus nos
fala desta importante prática, de uma maneira constante na nossa vida. A
atitude da caridade e do perdão na vida de um homem que soube ser compassivo
com um de seus empregados. Mas, infelizmente, não foi a mesma atitude, quando
este mesmo empregado se deparou com uma pessoa que lhe devia um valor bastante
irrisório. O PERDÃO NOS FAZ AGIR COM MISERICÓRDIA, TANTO QUANTO NOS FAZ EXERCER
O DOM DA JUSTIÇA. QUEM É MISERICORDIOSO, TAMBÉM DEVE SER JUSTO NAQUILO QUE FAZ.
Aquele que perdoou a dívida, depois aplicou a justiça. Mandou prender aquele
seu empregado injusto e insensível ao sofrimento do outro. PERDOAR É ALGO EXTREMAMENTE
EXIGENTE, E POR SER EXIGENTE NOS TORNA MAIS APTOS A VIVER CONFORME A VONTADE DE
DEUS. O primeiro passo para o perdão é reconhecer a necessidade de se deixar
mover também pela compaixão. Ao tempo em que manifestamos o desejo de sermos
perdoados por Deus, devemos considerar que este perdão alcançará o nosso
coração, à medida que soubermos perdoar também os outros. PERDOAR É DEIXAR DE
SERMOS MERAMENTE HUMANOS, PARA CONQUISTARMOS A POSSIBILIDADE DE SERMOS TAMBÉM
DIVINOS. O perdão põe em prática a oração que fazemos a Deus, esvaziando-nos de
todo sentimento ruim, ao darmos um importante passo em busca do exercício da
caridade. Esta é a verdadeira prática que a Quaresma nos faz assumir. Jesus, na
cruz, em meio às suas dores e profundas humilhações, foi ainda capaz de dizer:
“Pai, perdoa essa gente! Eles não sabem o que fazem”. Azarias, de pé, em meio
às ciladas da vida, pediu clemência a Deus (1ª leitura – Dn 3,25.34-43).
Se formos clementes, as fornalhas da nossa vida, não serão capazes de nos
afugentar do amor de Deus. Padre Aureliano
Gondim. #GotasQueEdificamsegunda-feira, 16 de março de 2020
TERÇA-FEIRA DA 3ª SEMANA DA QUARESMA: “Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?” (Mt 18,21-35).
Mais uma vez a
caminhada Quaresmal nos provoca a viver uma realidade muito forte que nos faz
agir com os nossos semelhantes, da mesma forma que Deus age com cada um de nós.
A NOSSA ORAÇÃO QUARESMAL, O NOSSO JEJUM E A NOSSA CARIDADE SÓ TERÃO SENTIDO SE
SOUBERMOS AGIR MOVIDOS PELO DOM DO PERDÃO. A partir de uma parábola, Jesus nos
fala desta importante prática, de uma maneira constante na nossa vida. A
atitude da caridade e do perdão na vida de um homem que soube ser compassivo
com um de seus empregados. Mas, infelizmente, não foi a mesma atitude, quando
este mesmo empregado se deparou com uma pessoa que lhe devia um valor bastante
irrisório. O PERDÃO NOS FAZ AGIR COM MISERICÓRDIA, TANTO QUANTO NOS FAZ EXERCER
O DOM DA JUSTIÇA. QUEM É MISERICORDIOSO, TAMBÉM DEVE SER JUSTO NAQUILO QUE FAZ.
Aquele que perdoou a dívida, depois aplicou a justiça. Mandou prender aquele
seu empregado injusto e insensível ao sofrimento do outro. PERDOAR É ALGO EXTREMAMENTE
EXIGENTE, E POR SER EXIGENTE NOS TORNA MAIS APTOS A VIVER CONFORME A VONTADE DE
DEUS. O primeiro passo para o perdão é reconhecer a necessidade de se deixar
mover também pela compaixão. Ao tempo em que manifestamos o desejo de sermos
perdoados por Deus, devemos considerar que este perdão alcançará o nosso
coração, à medida que soubermos perdoar também os outros. PERDOAR É DEIXAR DE
SERMOS MERAMENTE HUMANOS, PARA CONQUISTARMOS A POSSIBILIDADE DE SERMOS TAMBÉM
DIVINOS. O perdão põe em prática a oração que fazemos a Deus, esvaziando-nos de
todo sentimento ruim, ao darmos um importante passo em busca do exercício da
caridade. Esta é a verdadeira prática que a Quaresma nos faz assumir. Jesus, na
cruz, em meio às suas dores e profundas humilhações, foi ainda capaz de dizer:
“Pai, perdoa essa gente! Eles não sabem o que fazem”. Azarias, de pé, em meio
às ciladas da vida, pediu clemência a Deus (1ª leitura – Dn 3,25.34-43).
Se formos clementes, as fornalhas da nossa vida, não serão capazes de nos
afugentar do amor de Deus. Padre Aureliano
Gondim. #GotasQueEdificam
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