Por que Jesus, ao dizer que é o alimento da nossa
vida, quis assumir a condição de pão? Pão é o primeiro alimento do dia. Quando
chega o momento do café da manhã, logo nos lembramos do pãozinho que nos
alimenta para o início de um novo dia. O padeiro levanta muito cedo para
garantir este alimento na mesa de milhares de pessoas. Cedo porque tem pressa
de dar conta do serviço. Deus tem pressa para vir a nós. Na oração do Pai
Nosso, pedimos sempre a Deus que jamais deixe faltar o pão nosso de todo dia.
Mas, ao rezarmos o Pai Nosso, peçamos
para nos livrar de outras fomes também. Não somente a fome do alimento do
corpo, mas também as fomes e as sedes que, infelizmente, provocam um vazio
enorme entre nós. Quantas pessoas, mais do que o vazio do estômago,
sentem doer na alma um vazio de Deus? Jesus é o alimento. É Ele o pão da vida.
Se estivermos sempre atentos a este pão, estaremos imunes a qualquer tipo de
situação que nos cause medo e dor. Este alimento fortalece. O testemunho dos
primeiros discípulos na primeira leitura nos relata isso (1ª leitura – At
8,1b-8). Após a morte de Estêvão, os primeiros cristãos tinham motivos
suficientes para abandonar tudo e irem cuidar de suas vidas. Mas não foi esta a
cena. Eram homens e mulheres eucarísticos. Porque se alimentavam de Jesus
estavam preparados para a árdua missão.
Enquanto os judeus mandavam matar os cristãos acreditando estar assim
dispersando aquela fé nascente, estavam, na verdade, difundindo o amor cristão
que não se apaga com a morte, mas se renova com a fome e a sede de viver.
Deus não dispersa a sua atenção, mas espalha as sementes do seu amor. É o trigo
novo que se lança para assegurar o pão que mata a fome e revigora o nosso ser.
É Jesus ressuscitado que nos faz ser capazes de compreender as suas palavras e
ações diante de nós. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamsegunda-feira, 27 de abril de 2020
QUARTA-FEIRA DA 3ª SEMANA DA PÁSCOA: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6,35-40).
Por que Jesus, ao dizer que é o alimento da nossa
vida, quis assumir a condição de pão? Pão é o primeiro alimento do dia. Quando
chega o momento do café da manhã, logo nos lembramos do pãozinho que nos
alimenta para o início de um novo dia. O padeiro levanta muito cedo para
garantir este alimento na mesa de milhares de pessoas. Cedo porque tem pressa
de dar conta do serviço. Deus tem pressa para vir a nós. Na oração do Pai
Nosso, pedimos sempre a Deus que jamais deixe faltar o pão nosso de todo dia.
Mas, ao rezarmos o Pai Nosso, peçamos
para nos livrar de outras fomes também. Não somente a fome do alimento do
corpo, mas também as fomes e as sedes que, infelizmente, provocam um vazio
enorme entre nós. Quantas pessoas, mais do que o vazio do estômago,
sentem doer na alma um vazio de Deus? Jesus é o alimento. É Ele o pão da vida.
Se estivermos sempre atentos a este pão, estaremos imunes a qualquer tipo de
situação que nos cause medo e dor. Este alimento fortalece. O testemunho dos
primeiros discípulos na primeira leitura nos relata isso (1ª leitura – At
8,1b-8). Após a morte de Estêvão, os primeiros cristãos tinham motivos
suficientes para abandonar tudo e irem cuidar de suas vidas. Mas não foi esta a
cena. Eram homens e mulheres eucarísticos. Porque se alimentavam de Jesus
estavam preparados para a árdua missão.
Enquanto os judeus mandavam matar os cristãos acreditando estar assim
dispersando aquela fé nascente, estavam, na verdade, difundindo o amor cristão
que não se apaga com a morte, mas se renova com a fome e a sede de viver.
Deus não dispersa a sua atenção, mas espalha as sementes do seu amor. É o trigo
novo que se lança para assegurar o pão que mata a fome e revigora o nosso ser.
É Jesus ressuscitado que nos faz ser capazes de compreender as suas palavras e
ações diante de nós. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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