Vivendo as alegrias da Páscoa, reflitamos, com o
evangelho, sobre o valor intransponível e irrefutável que tem para nós cristãos
a SANTA EUCARISTIA. Jesus ressuscitou, passou alguns dias com seus discípulos
(é bom lembrar que estamos fazendo memória das aparições do ressuscitado ao
longo desta Páscoa), mas em seguida, voltou ao Pai. Na solenidade da Ascensão
do Senhor viveremos esta beleza com todo o seu esplendor. Voltou ao Pai, mas
deixou-nos com a EUCARISTIA. Seu Corpo e Sangue como alimentos verdadeiros à
nossa fé. A sagrada comunhão é um dos
caminhos que temos para nos relacionarmos bem com Jesus e o seu projeto de amor.
Todavia, este caminhar será condizente com a nossa fé se a nossa relação com a
Eucaristia for estendida aos irmãos. De que nos adiantará a fila da comunhão se
não levarmos Jesus no coração? Este é o convite que devemos acolher ao longo
deste dia, com a nossa oração, mas também com o nosso ímpeto de vivermos sempre
conforme a sagrada eucaristia. No evangelho de hoje, nos damos conta de que
Jesus multiplicou os pães e os peixes diante das pessoas, mas também deixou
aquele povo alvoroçado. Seguindo a lei do menor esforço, queriam estar sempre
perto de Jesus para garantirem o alimento até o fim de seus dias. Mas Jesus não
hesitou, pois o alimento real era para a vida eterna. Saiamos pelos caminhos de
nossas vidas e façamos o mesmo. MAIS DO QUE COMUNGAR, Sejamos EUCARÍSTICOS para que o nosso comportamento revele que
cremos no Cristo ressuscitado. Alegres e verdadeiramente envolvidos
pelas alegrias da Páscoa, acolhamos o testemunho de Estêvão na primeira leitura
de hoje (At 6,8-15). Estêvão, porque saia, anunciava e vivia o amor do
Cristo Eucarístico, tornou-se testemunha, até mesmo na morte. Será que não
estamos precisando nos mortificar um pouco, a fim de que a Eucaristia nos
conduza ao plano da vida que Deus apresenta para nós? Meditemos estas palavras
sentido o sabor da EUCARISTIA neste contexto de RESSURREIÇÃO. Não apenas com o
nosso paladar, mas, sobretudo, com o nosso CORAÇÃO. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamdomingo, 26 de abril de 2020
SEGUNDA-FEIRA DA 3ª SEMANA DA PÁSCOA: “Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna” (Jo 6,22-29).
Vivendo as alegrias da Páscoa, reflitamos, com o
evangelho, sobre o valor intransponível e irrefutável que tem para nós cristãos
a SANTA EUCARISTIA. Jesus ressuscitou, passou alguns dias com seus discípulos
(é bom lembrar que estamos fazendo memória das aparições do ressuscitado ao
longo desta Páscoa), mas em seguida, voltou ao Pai. Na solenidade da Ascensão
do Senhor viveremos esta beleza com todo o seu esplendor. Voltou ao Pai, mas
deixou-nos com a EUCARISTIA. Seu Corpo e Sangue como alimentos verdadeiros à
nossa fé. A sagrada comunhão é um dos
caminhos que temos para nos relacionarmos bem com Jesus e o seu projeto de amor.
Todavia, este caminhar será condizente com a nossa fé se a nossa relação com a
Eucaristia for estendida aos irmãos. De que nos adiantará a fila da comunhão se
não levarmos Jesus no coração? Este é o convite que devemos acolher ao longo
deste dia, com a nossa oração, mas também com o nosso ímpeto de vivermos sempre
conforme a sagrada eucaristia. No evangelho de hoje, nos damos conta de que
Jesus multiplicou os pães e os peixes diante das pessoas, mas também deixou
aquele povo alvoroçado. Seguindo a lei do menor esforço, queriam estar sempre
perto de Jesus para garantirem o alimento até o fim de seus dias. Mas Jesus não
hesitou, pois o alimento real era para a vida eterna. Saiamos pelos caminhos de
nossas vidas e façamos o mesmo. MAIS DO QUE COMUNGAR, Sejamos EUCARÍSTICOS para que o nosso comportamento revele que
cremos no Cristo ressuscitado. Alegres e verdadeiramente envolvidos
pelas alegrias da Páscoa, acolhamos o testemunho de Estêvão na primeira leitura
de hoje (At 6,8-15). Estêvão, porque saia, anunciava e vivia o amor do
Cristo Eucarístico, tornou-se testemunha, até mesmo na morte. Será que não
estamos precisando nos mortificar um pouco, a fim de que a Eucaristia nos
conduza ao plano da vida que Deus apresenta para nós? Meditemos estas palavras
sentido o sabor da EUCARISTIA neste contexto de RESSURREIÇÃO. Não apenas com o
nosso paladar, mas, sobretudo, com o nosso CORAÇÃO. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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