Nesta
semana da Oitava da Páscoa, somos agraciados com diversos momentos em que Jesus
aparece ressuscitado diante das pessoas. Hoje contemplamos a sua aparição
perante um grupo de mulheres. AS MULHERES FORAM AS PRIMEIRAS A TESTEMUNHAR O
MOMENTO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS. Por diversas vezes Jesus esteve a dialogar
com elas. Melhor do que ninguém, Ele sempre soube valorizar e elogiar o
trabalho das mulheres. O evangelho diz que eram mulheres profundamente alegres.
Por isso pediu para que mantivessem aquela alegria, assim como era preciso
partilhar aquela experiência ímpar que estavam vivendo. As mulheres foram
protagonistas de um grande momento de amor e de fé. Jesus ressuscitado confiou
nelas. Pediu que fossem transmitir aquela impressionante alegria. QUE O DOM
FEMININO PRESENTE NO MUNDO, POSSA CONTINUAR REPERCUTINDO A VERDADEIRA ALEGRIA
QUE NOS CONVIDA A VIVER UMA VIDA NOVA. A humanidade inteira precisa continuar
este gesto nobre de Jesus. Ele, o homem das dores, a partir de sua
ressurreição, mais do que nunca, torna-se o homem das alegrias. Faz-nos lembrar
da mulher que, prestes a dar a luz, esgota-se profundamente diante das
inevitáveis dores do parto. No entanto, depois que os seus instintos de mãe e
mulher passam a vislumbrar o dom de uma nova vida, descobre que nenhuma dor
poderá ser comparada ao momento da grande alegria de se tornar mãe. A MULHER
CONSEGUE POR EQUILÍBRIO PERANTE A HUMANIDADE. Talvez sejam estas as belas
razões para que o evangelho descreva tão bem o encontro de Jesus ressuscitado
com aquelas mulheres. FORAM ALEGRES, FELIZARDAS E OBEDIENTES. Transmitiram a
grande notícia da ressurreição de Jesus. Neste início de Páscoa, aprendamos com
Jesus e reflitamos bem mais a respeito do papel das mulheres em nossa Igreja,
família e sociedade. Façamos também como Pedro (1ª leitura – At 2,14.22-32).
Encantado com as belezas que testemunhava, a partir da ressurreição de Jesus,
apresentava sempre mais, o quanto era feliz por viver a sua fé no Cristo vivo e
ressuscitado. E que o mundo das nossas “Galileias” seja também contemplado com
o imenso amor de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamdomingo, 12 de abril de 2020
SEGUNDA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão” (Mt 28,8-15).
Nesta
semana da Oitava da Páscoa, somos agraciados com diversos momentos em que Jesus
aparece ressuscitado diante das pessoas. Hoje contemplamos a sua aparição
perante um grupo de mulheres. AS MULHERES FORAM AS PRIMEIRAS A TESTEMUNHAR O
MOMENTO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS. Por diversas vezes Jesus esteve a dialogar
com elas. Melhor do que ninguém, Ele sempre soube valorizar e elogiar o
trabalho das mulheres. O evangelho diz que eram mulheres profundamente alegres.
Por isso pediu para que mantivessem aquela alegria, assim como era preciso
partilhar aquela experiência ímpar que estavam vivendo. As mulheres foram
protagonistas de um grande momento de amor e de fé. Jesus ressuscitado confiou
nelas. Pediu que fossem transmitir aquela impressionante alegria. QUE O DOM
FEMININO PRESENTE NO MUNDO, POSSA CONTINUAR REPERCUTINDO A VERDADEIRA ALEGRIA
QUE NOS CONVIDA A VIVER UMA VIDA NOVA. A humanidade inteira precisa continuar
este gesto nobre de Jesus. Ele, o homem das dores, a partir de sua
ressurreição, mais do que nunca, torna-se o homem das alegrias. Faz-nos lembrar
da mulher que, prestes a dar a luz, esgota-se profundamente diante das
inevitáveis dores do parto. No entanto, depois que os seus instintos de mãe e
mulher passam a vislumbrar o dom de uma nova vida, descobre que nenhuma dor
poderá ser comparada ao momento da grande alegria de se tornar mãe. A MULHER
CONSEGUE POR EQUILÍBRIO PERANTE A HUMANIDADE. Talvez sejam estas as belas
razões para que o evangelho descreva tão bem o encontro de Jesus ressuscitado
com aquelas mulheres. FORAM ALEGRES, FELIZARDAS E OBEDIENTES. Transmitiram a
grande notícia da ressurreição de Jesus. Neste início de Páscoa, aprendamos com
Jesus e reflitamos bem mais a respeito do papel das mulheres em nossa Igreja,
família e sociedade. Façamos também como Pedro (1ª leitura – At 2,14.22-32).
Encantado com as belezas que testemunhava, a partir da ressurreição de Jesus,
apresentava sempre mais, o quanto era feliz por viver a sua fé no Cristo vivo e
ressuscitado. E que o mundo das nossas “Galileias” seja também contemplado com
o imenso amor de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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