Recordo mais uma vez o apelo que a Igreja nos
faz nestes dias, por ocasião da SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS.
Viver a unidade nunca foi algo fácil. A diferença muitas vezes não é bem
recebida ou assimilada por nós. A nossa Igreja Católica, especialmente a partir
do Concílio Vaticano II (1962-1965), elaborou e ofereceu ao mundo todo, uma
importante e necessária reflexão acerca do ECUMENISMO. Somos todos partícipes
de diferentes raças, culturas e povos. Tudo isto se adequa também à nossa
compreensão e vivência acerca do sagrado. NÃO PODEMOS E NEM DEVEMOS OBRIGAR QUE
TODOS VIVAM COMO NÓS QUEREMOS QUE VIVAM. NO RESPEITO À DIFERENÇA, PODEMOS
CAMINHAR DE MÃOS UNIDAS. O pecado habita exatamente quando falta o respeito e
se propaga a INDIFERENÇA. Não poderá jamais prevalecer o meu jeito de ver o
mundo, tampouco o jeito do outro. Esta diferença, portanto, leva-nos ao
maravilhoso e também necessário exercício do diálogo. SAIBAMOS OUVIR E ACOLHER
A DIFERENÇA QUE ESTÁ AO NOSSO ALCANCE, SEM JAMAIS DEIXAR DE SERMOS QUEM SOMOS.
Isto é ecumenismo. Não entendamos a prática ecumênica como um artifício para
colocarmos todos os nossos costumes e compreensões acerca da experiência com
Deus num mesmo viés, numa mesma relação sagrada. Aí seria o que se entende por
sincretismo religioso. O ECUMENISMO ACONTECE NO RESPEITO E NO ACOLHIMENTO À
CERTEZA DE QUE O OUTRO É DIFERENTE. Que todas as igrejas cristãs compreendam
esta necessidade. NAQUILO QUE NOS IDENTIFICAMOS, DAMO-NOS AS MÃOS. NAS
DIVERGÊNCIAS DOUTRINAIS NOS RESPEITAMOS. Oferece-nos também uma grande lição o
texto dos Atos dos Apóstolos que nos é apresentado como primeira leitura para
hoje (1ª leitura – At 22,30;23,6-11). São Paulo, prestes a ser
condenado pelos judeus, defendendo a ressurreição e sua fé em Jesus
ressuscitado, não se intimidou. Mas, soube acolher a diferença e fez com que o
seu testemunho despertasse naqueles doutores da lei, a necessidade de
conviverem com o diferente. REZEMOS PELA UNIDADE NA FAMÍLIA, NO TRABALHO E NA
SOCIEDADE, A FIM DE SERMOS IGUAIS NO DESEJO DE VIVERMOS EM HARMONIA, PAZ E
FELICIDADE. É ESSE O TESTEMUNHO QUE A NOSSA FÉ NOS FAZ ALCANÇAR. Padre
Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamquarta-feira, 20 de maio de 2020
QUINTA-FEIRA DA 7ª SEMANA DA PÁSCOA: “Que cheguem à unidade perfeita” (Jo 17,20-26).
Recordo mais uma vez o apelo que a Igreja nos
faz nestes dias, por ocasião da SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS.
Viver a unidade nunca foi algo fácil. A diferença muitas vezes não é bem
recebida ou assimilada por nós. A nossa Igreja Católica, especialmente a partir
do Concílio Vaticano II (1962-1965), elaborou e ofereceu ao mundo todo, uma
importante e necessária reflexão acerca do ECUMENISMO. Somos todos partícipes
de diferentes raças, culturas e povos. Tudo isto se adequa também à nossa
compreensão e vivência acerca do sagrado. NÃO PODEMOS E NEM DEVEMOS OBRIGAR QUE
TODOS VIVAM COMO NÓS QUEREMOS QUE VIVAM. NO RESPEITO À DIFERENÇA, PODEMOS
CAMINHAR DE MÃOS UNIDAS. O pecado habita exatamente quando falta o respeito e
se propaga a INDIFERENÇA. Não poderá jamais prevalecer o meu jeito de ver o
mundo, tampouco o jeito do outro. Esta diferença, portanto, leva-nos ao
maravilhoso e também necessário exercício do diálogo. SAIBAMOS OUVIR E ACOLHER
A DIFERENÇA QUE ESTÁ AO NOSSO ALCANCE, SEM JAMAIS DEIXAR DE SERMOS QUEM SOMOS.
Isto é ecumenismo. Não entendamos a prática ecumênica como um artifício para
colocarmos todos os nossos costumes e compreensões acerca da experiência com
Deus num mesmo viés, numa mesma relação sagrada. Aí seria o que se entende por
sincretismo religioso. O ECUMENISMO ACONTECE NO RESPEITO E NO ACOLHIMENTO À
CERTEZA DE QUE O OUTRO É DIFERENTE. Que todas as igrejas cristãs compreendam
esta necessidade. NAQUILO QUE NOS IDENTIFICAMOS, DAMO-NOS AS MÃOS. NAS
DIVERGÊNCIAS DOUTRINAIS NOS RESPEITAMOS. Oferece-nos também uma grande lição o
texto dos Atos dos Apóstolos que nos é apresentado como primeira leitura para
hoje (1ª leitura – At 22,30;23,6-11). São Paulo, prestes a ser
condenado pelos judeus, defendendo a ressurreição e sua fé em Jesus
ressuscitado, não se intimidou. Mas, soube acolher a diferença e fez com que o
seu testemunho despertasse naqueles doutores da lei, a necessidade de
conviverem com o diferente. REZEMOS PELA UNIDADE NA FAMÍLIA, NO TRABALHO E NA
SOCIEDADE, A FIM DE SERMOS IGUAIS NO DESEJO DE VIVERMOS EM HARMONIA, PAZ E
FELICIDADE. É ESSE O TESTEMUNHO QUE A NOSSA FÉ NOS FAZ ALCANÇAR. Padre
Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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