Concluída
as celebrações alusivas ao Tempo da Páscoa, depois de termos celebrado
solenemente o dia de Pentecostes, a Igreja nos convida a fazer reverência à
Nossa Senhora, como a escolhida para ser também a mãe da nossa Igreja. A
celebração de hoje foi instituída em 2018
por decreto do Papa Francisco. Celebramos então a Memória da Bem-aventurada
Virgem Maria, Mãe da Igreja. A liturgia
desta celebração nos faz recordar o papel único e singular de Nossa Senhora na
história da nossa salvação. Acabamos de celebrar o dia da descida do
Espírito Santo em Pentecostes. Maria estava lá. Ela que ficou grávida por obra
do Espírito Santo, mais do que ninguém, já trazia consigo uma perfeita
intimidade de amor com o Espírito de Deus. Por isso também pôde acolher tão
grande graça, como a única mulher ali diante dos discípulos reunidos naquele
cenáculo. Celebrando o nascimento da
Igreja, sob a luz e a ação do Espírito Santo, a liturgia nos permite refletir
sobre o papel de Nossa Senhora diante da Igreja de seu Filho Jesus. No
evangelho de hoje, recordamos aquele instante de Jesus na cruz, confiando ao
seu discípulo amado, a tarefa de acolher Maria como mãe. Nós somos hoje os
novos discípulos de Jesus e da Igreja. E como discípulos, acolhemos também
Maria. Ela é a mãe da Igreja, mãe da
nossa fé em Jesus, mãe de todos aqueles que se sentem chamados a viver o
verdadeiro amor de Deus. E assim somos agradecidos a Deus por tão grande
dádiva. Agradecidos também porque Maria tornou-se a nova Eva. Se a primeira Eva serviu como instrumento do
pecado, Maria foi a serva que Deus NOS CONFIOu A GRAÇA DE nos trazer a redenção
(1ª leitura – Gn 3,9-15.20). Maria, aos pés da cruz, foi-nos dada como mãe.
Que esta celebração nos permita recordar que é aos pés da cruz que nos tornamos
a Igreja de Jesus. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamsexta-feira, 29 de maio de 2020
SEGUNDA – MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA: “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que Ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Esta é a tua mãe’. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo” (Jo 19,25-34).
Concluída
as celebrações alusivas ao Tempo da Páscoa, depois de termos celebrado
solenemente o dia de Pentecostes, a Igreja nos convida a fazer reverência à
Nossa Senhora, como a escolhida para ser também a mãe da nossa Igreja. A
celebração de hoje foi instituída em 2018
por decreto do Papa Francisco. Celebramos então a Memória da Bem-aventurada
Virgem Maria, Mãe da Igreja. A liturgia
desta celebração nos faz recordar o papel único e singular de Nossa Senhora na
história da nossa salvação. Acabamos de celebrar o dia da descida do
Espírito Santo em Pentecostes. Maria estava lá. Ela que ficou grávida por obra
do Espírito Santo, mais do que ninguém, já trazia consigo uma perfeita
intimidade de amor com o Espírito de Deus. Por isso também pôde acolher tão
grande graça, como a única mulher ali diante dos discípulos reunidos naquele
cenáculo. Celebrando o nascimento da
Igreja, sob a luz e a ação do Espírito Santo, a liturgia nos permite refletir
sobre o papel de Nossa Senhora diante da Igreja de seu Filho Jesus. No
evangelho de hoje, recordamos aquele instante de Jesus na cruz, confiando ao
seu discípulo amado, a tarefa de acolher Maria como mãe. Nós somos hoje os
novos discípulos de Jesus e da Igreja. E como discípulos, acolhemos também
Maria. Ela é a mãe da Igreja, mãe da
nossa fé em Jesus, mãe de todos aqueles que se sentem chamados a viver o
verdadeiro amor de Deus. E assim somos agradecidos a Deus por tão grande
dádiva. Agradecidos também porque Maria tornou-se a nova Eva. Se a primeira Eva serviu como instrumento do
pecado, Maria foi a serva que Deus NOS CONFIOu A GRAÇA DE nos trazer a redenção
(1ª leitura – Gn 3,9-15.20). Maria, aos pés da cruz, foi-nos dada como mãe.
Que esta celebração nos permita recordar que é aos pés da cruz que nos tornamos
a Igreja de Jesus. Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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