Num diálogo repleto
de conflito de ideias e de palavras entre Jesus e os saduceus, o assunto em
pauta era a ressurreição dos mortos. Aquela gente que sempre se ocupava em
perturbar a vida de Jesus, não estava querendo compreender o que viria a ser a
ressureição dos mortos, mas apenas ridicularizar os seus ensinamentos. ÀS VEZES
AGIMOS DA MESMA FORMA. BITOLADOS E COM A CABEÇA DURA PARA CERTOS ASSUNTOS,
OCUPAMO-NOS EM TIRAR O FOCO, QUANDO A ATENÇÃO DAS PESSOAS SE VOLTA AO QUE NÃO
NOS AGRADA. A ressurreição gera vida e vida para Deus. O sentimento que tomava
conta daqueles corações duros e empedernidos era o sentimento de morte. Era
esta a razão de tanta dificuldade para acolher as palavras de Jesus. Tentavam
contrariá-lo tomando alguns textos bíblicos para justificar os seus argumentos.
Mas Jesus, que também conhecia a Palavra, pois Ele é a Palavra feito carne,
buscava dar a eles uma compreensão certa e segura sobre a fé na ressurreição.
Sentiam dificuldades para acreditar na ressurreição porque todo o embasamento
de sua fé se prendia unicamente à lógica deste mundo. Acontece que A
RESSURREIÇÃO NOS REMETE A VIDA QUE SE ENCONTRA EM DEUS E DEUS É E SEMPRE SERÁ
MISTÉRIO. NÃO PODEREMOS JAMAIS FALAR DA VIDA ETERNA, APEGANDO-NOS À VIDA DESTE
MUNDO. Alimentando a nossa fé por meio da oração e do desapego às coisas
terrenas, poderemos alcançar a compreensão que o amor de Deus nos garante.
ULTRAPASSEMOS OS LIMITES DA CONDIÇÃO MERAMENTE HUMANA E TERRENA, COLOCANDO-NOS
À DISPOSIÇÃO DO QUE É RESERVADO UNICAMENTE A DEUS. Estejamos vivos não apenas conforme
os ditames biológicos. Sejamos vivos também para Deus que nos fez semelhante a
um sopro, mas um sopro de vida. Não sejamos como aqueles saduceus que apenas
queriam criticar e destruir. Sejamos como São Paulo que transmitia uma palavra
de encorajamento e de alegria ao seu amigo Timóteo (1ª leitura – 2Tm 1,1-3.6-12). É de uma palavra que reaviva a chama
da vida e da missão que tanto precisamos em nossos dias. Somente uma fé
realmente viva poderá compreender tais coisas. Padre
Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamsegunda-feira, 1 de junho de 2020
QUARTA-FEIRA DA 9ª SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO PAR): “Ele não é Deus de mortos, mas de vivos!” (Mc 12,18-27).
Num diálogo repleto
de conflito de ideias e de palavras entre Jesus e os saduceus, o assunto em
pauta era a ressurreição dos mortos. Aquela gente que sempre se ocupava em
perturbar a vida de Jesus, não estava querendo compreender o que viria a ser a
ressureição dos mortos, mas apenas ridicularizar os seus ensinamentos. ÀS VEZES
AGIMOS DA MESMA FORMA. BITOLADOS E COM A CABEÇA DURA PARA CERTOS ASSUNTOS,
OCUPAMO-NOS EM TIRAR O FOCO, QUANDO A ATENÇÃO DAS PESSOAS SE VOLTA AO QUE NÃO
NOS AGRADA. A ressurreição gera vida e vida para Deus. O sentimento que tomava
conta daqueles corações duros e empedernidos era o sentimento de morte. Era
esta a razão de tanta dificuldade para acolher as palavras de Jesus. Tentavam
contrariá-lo tomando alguns textos bíblicos para justificar os seus argumentos.
Mas Jesus, que também conhecia a Palavra, pois Ele é a Palavra feito carne,
buscava dar a eles uma compreensão certa e segura sobre a fé na ressurreição.
Sentiam dificuldades para acreditar na ressurreição porque todo o embasamento
de sua fé se prendia unicamente à lógica deste mundo. Acontece que A
RESSURREIÇÃO NOS REMETE A VIDA QUE SE ENCONTRA EM DEUS E DEUS É E SEMPRE SERÁ
MISTÉRIO. NÃO PODEREMOS JAMAIS FALAR DA VIDA ETERNA, APEGANDO-NOS À VIDA DESTE
MUNDO. Alimentando a nossa fé por meio da oração e do desapego às coisas
terrenas, poderemos alcançar a compreensão que o amor de Deus nos garante.
ULTRAPASSEMOS OS LIMITES DA CONDIÇÃO MERAMENTE HUMANA E TERRENA, COLOCANDO-NOS
À DISPOSIÇÃO DO QUE É RESERVADO UNICAMENTE A DEUS. Estejamos vivos não apenas conforme
os ditames biológicos. Sejamos vivos também para Deus que nos fez semelhante a
um sopro, mas um sopro de vida. Não sejamos como aqueles saduceus que apenas
queriam criticar e destruir. Sejamos como São Paulo que transmitia uma palavra
de encorajamento e de alegria ao seu amigo Timóteo (1ª leitura – 2Tm 1,1-3.6-12). É de uma palavra que reaviva a chama
da vida e da missão que tanto precisamos em nossos dias. Somente uma fé
realmente viva poderá compreender tais coisas. Padre
Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário