Com o
intuito de ajudar o povo, transmitindo-lhe amor e misericórdia, Jesus recorre
às palavras de Deus proferidas ao profeta Isaías, num tempo bastante distante
do seu. Este profeta, vivendo em pleno exílio da Babilônia, num tempo de
grandes sofrimentos e tristezas, amparou-se na mensagem segura de Deus que o
fez seu legítimo mensageiro, a fim de apaziguar a vida daquele imenso povo
abatido pela saudade de um tempo que não mais poderia existir. Jesus agiu com a
mesma finalidade. Quis ser o consolador para tantos desesperados e atribulados.
DEUS SEMPRE ESTEVE À PROCURA DE CONSOLAR E DEVOLVER O ÂNIMO A TODOS AQUELES QUE
EXPERIMENTAM DOR E TORMENTO, EM MEIO ÀS LÁGRIMAS E DECEPÇÕES. Deus sempre
esteve à frente, colocando-se como o verdadeiro consolo e depositário de
esperança àqueles que a vida não foi causa de alegria e felicidade. NUM MUNDO
DE TANTO VAZIO, TANTO RELATIVISMO E TANTA FALTA DE AMOR E DE SENTIDOS, NUM
AMBIENTE SEMPRE MARCADO PELA BUSCA DE UMA SAÍDA, MUITAS VEZES ASSINALADAS POR
MANUAIS DE AUTOAJUDA, OUÇAMOS AS PALAVRAS DE DEUS DIRIGIDAS AO PROFETA E DEPOIS
REAPROVEITADAS PELO PRÓPRIO JESUS. Sintamos tais palavras como se fossem
atribuídas a cada um de nós: “EIS O MEU SERVO... O MEU ESCOLHIDO... O MEU
AMADO...”. Se Jesus reutilizou esta mensagem para salvaguardar o seu sentimento
por aquele povo sedento de amor e de afeição, certamente não medirá esforços
para nos ver bem, dispostos a prosseguir com a vida, quando tudo se faz treva e
solidão. E quando conseguirmos experimentar a presença de Deus caminhando à
nossa frente, poderemos celebrar a lembrança de que Ele é Pai a nos acolher
como filhos, com a expectativa de que dias melhores sempre virão. Esta era a
mesma convicção que tinha o profeta Miqueias, conforme nos ensina a leitura de
hoje (1ª leitura – Mq 2,1-5). Em
meio a tantas decepções por conta da corrupção da parte dos grandes e
poderosos, o profeta sentia o desejo de alertar o povo. Façamos o mesmo! Afinal
cristão não perde a fé! Ao contrário! Renova a coragem para fazer valer a graça
de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamsexta-feira, 17 de julho de 2020
SÁBADO DA 15ª SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO PAR): “Em seu nome as nações depositarão a sua esperança” (Mt 12,14-21).
Com o
intuito de ajudar o povo, transmitindo-lhe amor e misericórdia, Jesus recorre
às palavras de Deus proferidas ao profeta Isaías, num tempo bastante distante
do seu. Este profeta, vivendo em pleno exílio da Babilônia, num tempo de
grandes sofrimentos e tristezas, amparou-se na mensagem segura de Deus que o
fez seu legítimo mensageiro, a fim de apaziguar a vida daquele imenso povo
abatido pela saudade de um tempo que não mais poderia existir. Jesus agiu com a
mesma finalidade. Quis ser o consolador para tantos desesperados e atribulados.
DEUS SEMPRE ESTEVE À PROCURA DE CONSOLAR E DEVOLVER O ÂNIMO A TODOS AQUELES QUE
EXPERIMENTAM DOR E TORMENTO, EM MEIO ÀS LÁGRIMAS E DECEPÇÕES. Deus sempre
esteve à frente, colocando-se como o verdadeiro consolo e depositário de
esperança àqueles que a vida não foi causa de alegria e felicidade. NUM MUNDO
DE TANTO VAZIO, TANTO RELATIVISMO E TANTA FALTA DE AMOR E DE SENTIDOS, NUM
AMBIENTE SEMPRE MARCADO PELA BUSCA DE UMA SAÍDA, MUITAS VEZES ASSINALADAS POR
MANUAIS DE AUTOAJUDA, OUÇAMOS AS PALAVRAS DE DEUS DIRIGIDAS AO PROFETA E DEPOIS
REAPROVEITADAS PELO PRÓPRIO JESUS. Sintamos tais palavras como se fossem
atribuídas a cada um de nós: “EIS O MEU SERVO... O MEU ESCOLHIDO... O MEU
AMADO...”. Se Jesus reutilizou esta mensagem para salvaguardar o seu sentimento
por aquele povo sedento de amor e de afeição, certamente não medirá esforços
para nos ver bem, dispostos a prosseguir com a vida, quando tudo se faz treva e
solidão. E quando conseguirmos experimentar a presença de Deus caminhando à
nossa frente, poderemos celebrar a lembrança de que Ele é Pai a nos acolher
como filhos, com a expectativa de que dias melhores sempre virão. Esta era a
mesma convicção que tinha o profeta Miqueias, conforme nos ensina a leitura de
hoje (1ª leitura – Mq 2,1-5). Em
meio a tantas decepções por conta da corrupção da parte dos grandes e
poderosos, o profeta sentia o desejo de alertar o povo. Façamos o mesmo! Afinal
cristão não perde a fé! Ao contrário! Renova a coragem para fazer valer a graça
de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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