Hoje nos deparamos
com uma mensagem que exige muita atenção de nossa parte, a fim de não trocarmos
“alhos por bugalhos”, como diz o nosso povo. Jesus fala de uma maneira forte
aos seus discípulos. São palavras que exigem de nós muita atenção. Ao falar que
não veio trazer a paz, mas a espada, Jesus quer que entendamos que O REINO DE
DEUS JAMAIS PODERÁ SER SUBMISSO AOS SISTEMAS DESTE MUNDO. Todo cristão,
discípulo missionário que se deixa seduzir pela palavra de Deus, deverá
aprender a colocar na própria vida o sentido do mandamento que nos faz perceber
que é preciso amar a Deus sobre tudo e sobre todos. Porque amamos a Deus,
compreendemos que devemos amar o irmão. Quando fazemos o inverso, rompemos os
laços com Deus e com o seu projeto de amor. Era isso que Jesus desejava que
seus discípulos compreendessem. Quem compreende assim, sabe que terá sempre
inúmeros desafios e confrontos na vida, inclusive com a própria família. SE
DEUS NÃO FOR O CENTRO DE NOSSA ATENÇÃO, TUDO O MAIS PERDERÁ O SEU SENTIDO, ATÉ
MESMO OS NOSSOS FAMILIARES. Amando a Deus verdadeiramente, compreenderemos que
a paz que Ele nos oferece nos provoca a lutarmos sempre pela justiça. Por isso
que Jesus, o maior pacificador de toda a história da humanidade, aceitou
livremente morrer na cruz, a fim de não se corromper em meio às vantagens que o
mundo oferece. E Deus exige que nós tomemos a decisão, livremente, de amá-lo e
segui-lo, a partir das nossas atitudes. “Deixai de fazer o mal. Aprendei a
fazer o bem”, é o que nos afirma o próprio Deus, através das palavras do
profeta Isaias (1ª leitura – Is 1,10-17). Deixemos de lado toda
hipocrisia. Evitemos certos costumes que alienam o nosso coração. Deus está
farto de tudo isso, fala-nos ainda a primeira leitura. Como discípulos,
precisamos mudar todas estas coisas, ainda que isto nos custe a tranquilidade e
o conforto que estamos acostumados a experimentar. Afinal, é a nossa maneira de
agir que dirá o quanto somos realmente de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamterça-feira, 7 de julho de 2020
SEGUNDA-FEIRA DA 15ª SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO PAR): “Não vim trazer a paz, mas sim a espada” (Mt 10,34-11,1).
Hoje nos deparamos
com uma mensagem que exige muita atenção de nossa parte, a fim de não trocarmos
“alhos por bugalhos”, como diz o nosso povo. Jesus fala de uma maneira forte
aos seus discípulos. São palavras que exigem de nós muita atenção. Ao falar que
não veio trazer a paz, mas a espada, Jesus quer que entendamos que O REINO DE
DEUS JAMAIS PODERÁ SER SUBMISSO AOS SISTEMAS DESTE MUNDO. Todo cristão,
discípulo missionário que se deixa seduzir pela palavra de Deus, deverá
aprender a colocar na própria vida o sentido do mandamento que nos faz perceber
que é preciso amar a Deus sobre tudo e sobre todos. Porque amamos a Deus,
compreendemos que devemos amar o irmão. Quando fazemos o inverso, rompemos os
laços com Deus e com o seu projeto de amor. Era isso que Jesus desejava que
seus discípulos compreendessem. Quem compreende assim, sabe que terá sempre
inúmeros desafios e confrontos na vida, inclusive com a própria família. SE
DEUS NÃO FOR O CENTRO DE NOSSA ATENÇÃO, TUDO O MAIS PERDERÁ O SEU SENTIDO, ATÉ
MESMO OS NOSSOS FAMILIARES. Amando a Deus verdadeiramente, compreenderemos que
a paz que Ele nos oferece nos provoca a lutarmos sempre pela justiça. Por isso
que Jesus, o maior pacificador de toda a história da humanidade, aceitou
livremente morrer na cruz, a fim de não se corromper em meio às vantagens que o
mundo oferece. E Deus exige que nós tomemos a decisão, livremente, de amá-lo e
segui-lo, a partir das nossas atitudes. “Deixai de fazer o mal. Aprendei a
fazer o bem”, é o que nos afirma o próprio Deus, através das palavras do
profeta Isaias (1ª leitura – Is 1,10-17). Deixemos de lado toda
hipocrisia. Evitemos certos costumes que alienam o nosso coração. Deus está
farto de tudo isso, fala-nos ainda a primeira leitura. Como discípulos,
precisamos mudar todas estas coisas, ainda que isto nos custe a tranquilidade e
o conforto que estamos acostumados a experimentar. Afinal, é a nossa maneira de
agir que dirá o quanto somos realmente de Deus! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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