Alguns contra valores que tomam contam das
nossas vidas nos dias de hoje já rondavam o cotidiano das pessoas no tempo de
Jesus e até mesmo antes d’Ele. Perguntaram a Jesus se as dificuldades de um
relacionamento amoroso que um dia foi tomado por juras de amor sem fim poderia
ser desfeito. Era a lei do divórcio que já pairava na mente daquela gente. AS
QUEIXAS DO DIA-A-DIA, A DUREZA DO CORAÇÃO DAS PESSOAS, A FALTA DE DIÁLOGO, UM
COMPORTAMENTO EXCESSIVAMENTE MARCADO PELA POSTURA DO DESCARTÁVEL FAZ COM QUE AS
NOSSAS RELAÇÕES SEJAM VULNERÁVEIS E QUASE QUE INCLEMENTES. O evangelho de hoje
cita esta triste realidade no tocante ao compromisso de amor e fidelidade no
âmbito conjugal. Contudo, esta vulnerabilidade e falta de persistência para
levar adiante um compromisso antes assumido com muito amor e estima se reflete
nas mais diversas facetas da vida humana. É COMPLICADO LEVAR ADIANTE ALGO QUE
JÁ SE TORNOU DIFÍCIL E SEM MAIS SENTIDO PARA ALGUMAS PESSOAS. Estamos no Ano da
Misericórdia. Enquanto muitos experimentam os malefícios de uma vida marcada
pela dureza do coração, precisamos pôr em evidência as marcas da nossa vida que
nos fazem afirmar a todo instante que amamos a Jesus e a sua Igreja. Jesus que
dialogou com o mundo, até mesmo na cruz com os seus braços bem abertos,
abarcando todas as mazelas e imundícies que caracterizam a falta de amor e de
perdão, soube dialogar sempre, manifestando a grandeza de seu coração e de sua
misericórdia. ENQUANTO PENSAM ALGUNS CASAIS QUE A MELHOR SAÍDA PARA OS SEUS
PROBLEMAS ESTÁ NO DIVÓRCIO E NA CONCLUSÃO DAQUELE AMOR ANTES APRESENTADO COMO
ETERNO, JESUS NOS PEDE QUE NÃO SEPAREMOS AQUILO QUE DEUS UNIU. São Tiago nos
ajuda a entender qual a vontade de Deus para a nossa vida, quando nos pede para
sermos felizes através da perseverança (1ª leitura - Tg 5,9-12). Aprendamos a
suportar as situações da vida que irão nos garantir mais docilidade ao nosso
viver. Afinal, não separar de nós a certeza da esperança dói bem menos em todas
as circunstâncias da vida.

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