A Maria que
lavou os pés de Jesus com perfume não foi a sua mãe, mas a irmã de Lázaro.
Estavam todos embalados pela alegria e pela gratidão. Era uma festa, um
banquete de agradecimento. Lavar os pés de alguém naquela época, demonstrava um
profundo respeito e gratidão. Os servos lavavam constantemente os pés dos seus
senhores. Na próxima quinta-feira, faremos a lembrança do gesto de Jesus, que
lavou os pés dos seus discípulos. Mas o que Maria, irmã de Marta e de Lázaro,
fez com Jesus, chama ainda mais a nossa atenção. O evangelho nos diz que ela
lavou os pés de Jesus com perfume. Era tanto perfume que a casa inteira ficou
inebriada com tanto odor. QUANDO DEMONSTRAMOS GRATIDÃO DE MANEIRA SINCERA E
DESPRETENSIOSA, FAZEMOS COM QUE A NOSSA VIDA EXALE UM ODOR BASTANTE AGRADÁVEL.
Era este o sentimento daquela família, perante Jesus. Estamos prestes a
celebrar mais uma vez a Páscoa do Senhor. Que esta grande celebração nos sirva
como a grande ocasião para manifestarmos toda a nossa gratidão a Deus por ter
nos permitido experimentar a grandeza do seu amor. E verdadeiramente gratos,
estejamos também comprometidos com os nossos irmãos e irmãs, com todos aqueles
que nos fazem enxergar a presença de Deus (1ª leitura – Is 42,1-7).
Diante deste exemplo que o evangelho hoje nos faz refletir, observemos também a
atitude de Judas, aquele que depois se tornou o traidor de Jesus. ENQUANTO
MARIA UNGIA OS PÉS DE JESUS COM PERFUME, JUDAS SE DIZIA PREOCUPADO COM O
“DESPERDÍCIO” DE TANTO PERFUME. Segundo ele, seria melhor olhar para os pobres
do que banhar os pés daquele jeito. Ele não falava com o coração. Tinha outros
interesses. Às vezes, as palavras não falam o que pensa o nosso coração. QUE O
PERFUME DAS NOSSAS ATITUDES SIRVA PARA EMANAR AS GRANDES QUALIDADES QUE NOS
FAZEM SER SEMPRE MAIS D’AQUELE QUE NOS DEVOLVE O ENCANTO DA VIDA. Que este
cheiro não nos falte jamais! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificamdomingo, 5 de abril de 2020
SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA SANTA: “Maria ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos” (Jo 12,1-11).
A Maria que
lavou os pés de Jesus com perfume não foi a sua mãe, mas a irmã de Lázaro.
Estavam todos embalados pela alegria e pela gratidão. Era uma festa, um
banquete de agradecimento. Lavar os pés de alguém naquela época, demonstrava um
profundo respeito e gratidão. Os servos lavavam constantemente os pés dos seus
senhores. Na próxima quinta-feira, faremos a lembrança do gesto de Jesus, que
lavou os pés dos seus discípulos. Mas o que Maria, irmã de Marta e de Lázaro,
fez com Jesus, chama ainda mais a nossa atenção. O evangelho nos diz que ela
lavou os pés de Jesus com perfume. Era tanto perfume que a casa inteira ficou
inebriada com tanto odor. QUANDO DEMONSTRAMOS GRATIDÃO DE MANEIRA SINCERA E
DESPRETENSIOSA, FAZEMOS COM QUE A NOSSA VIDA EXALE UM ODOR BASTANTE AGRADÁVEL.
Era este o sentimento daquela família, perante Jesus. Estamos prestes a
celebrar mais uma vez a Páscoa do Senhor. Que esta grande celebração nos sirva
como a grande ocasião para manifestarmos toda a nossa gratidão a Deus por ter
nos permitido experimentar a grandeza do seu amor. E verdadeiramente gratos,
estejamos também comprometidos com os nossos irmãos e irmãs, com todos aqueles
que nos fazem enxergar a presença de Deus (1ª leitura – Is 42,1-7).
Diante deste exemplo que o evangelho hoje nos faz refletir, observemos também a
atitude de Judas, aquele que depois se tornou o traidor de Jesus. ENQUANTO
MARIA UNGIA OS PÉS DE JESUS COM PERFUME, JUDAS SE DIZIA PREOCUPADO COM O
“DESPERDÍCIO” DE TANTO PERFUME. Segundo ele, seria melhor olhar para os pobres
do que banhar os pés daquele jeito. Ele não falava com o coração. Tinha outros
interesses. Às vezes, as palavras não falam o que pensa o nosso coração. QUE O
PERFUME DAS NOSSAS ATITUDES SIRVA PARA EMANAR AS GRANDES QUALIDADES QUE NOS
FAZEM SER SEMPRE MAIS D’AQUELE QUE NOS DEVOLVE O ENCANTO DA VIDA. Que este
cheiro não nos falte jamais! Padre Aureliano Gondim. #GotasQueEdificam
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